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CEAC CINE CLUBE

DEBATES COORDENADOS PELA PROFa. Dra. MARÍLIA DANTAS

DIA 05/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
UN BARRAGE CONTRE LE PACIFIQUE
(UMA BARRAGEM CONTRA O PACÍFICO, Rithy Panh, França / Camboja/ Bélgica, 2008)

Em 1931 uma viúva francesa vive com seus dois filhos na Indochina sob
administração colonial. Todo o dinheiro da família foi investido na compra de
terras que se revelaram inférteis, e que são anualmente inundadas pelo mar.
Lutando contra os burocratas corruptos que a passaram para trás, ela empreende
o impossível projeto de construir uma barragem entre sua propriedade e o oceano,
no qual conta com a ajuda dos camponeses. Enquanto isso, sua filha Suzanne
desperta o interesse do chinês M. Jo, filho de um poderoso homem de negócios.
Baseado em um romance de Marguerite Duras.



DIA 12/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
VILLA AMALIA
(VILLA AMALIA,, Benoît Jacquot, França, 2009 )

Uma pianista de sucesso (Isabelle Huppert) flagra o namorado a traindo e se revolta.
Como o mundo em torno é realmente hostil e como ela não tem amigos, decide abandonar
tudo. Passamos a vê-la vendendo o carro, o piano, a casa, fechando a conta no banco,
terminando o contrato de trabalho, procurando uma nova casa etc, etc, etc.
Talvez o problema de credibilidade com esta “revolução” venha justamente da facilidade
da mudança: nossa pianista é riquíssima, fala várias línguas e se desfaz da vida anterior
facilmente, sem preocupações. Ela pode pagar todas essas viagens, todas as cabanas
que aparecem à sua frente, ela pode arcar com todos os custos de uma nova vida.
Frente ao grande poder que lhe é conferido, sua road trip pode simplesmente parecer
uma dessas grandes crises da pequena burguesia, do tipo que “precisa se encontrar”
numa ilha tropical.Ainda assim, pode ser um deleite ver um papel forte e brusco dado a
uma atriz sempre forte e brusca ela também. Isabelle Huppert é o tipo de atriz
tão potente e singular que, se o diretor não a segura com rédeas curtas, ela engole o filme.
Em Villa Amalia, ela domina e se diverte como quer. Basta vê-la abandonar um concerto
de piano em plena execução, dirigir-se saltitando ao camarim e afirmar ao patrão, toda mimada e sem olhá-lo nos olhos, que ela quer “parar com tudo; é só falar o preço que eu pago”. Uma jóia.



                          DIA 19/07
                   SEGUNDA FEIRA  19:00h
               MERCI POUR LE CHOCOLAT
(TEIA DE CHOCOLATE, Claude Chabrol, França/Suiça, 2000)

Milka Muller (Isabelle Huppert) é a diretora da empresa Chocolates Muller.
Com o marido André (Jacques Dutronc), um famoso pianista, mora na Suíça e
leva uma vida aparentemente pacata. Junto a eles mora também Guillaume
(Rodolphe Pauly), filho de André. Jeanne Pollet (Anna Mouglalis) é uma jovem pianista
que descobre que pode ter sido trocada por Guillaume na maternidade.
Movida pela curiosidade, a garota decide conhecer André, desencadeando
uma série de problemas para ela e para a família.

DIA 26/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
MA MÈRE
(Minha Mãe, Christophe Honoré,  Áustria/Espanha/França/Portugal, 2004)

Pierre, um adolescente de 17 anos, tem um amor cego pela mãe, mas ela não está
disposta a assumir o que o filho projeta dela. Recusando ser amada por aquilo que não é,
ela decide quebrar o mistério e revelar a sua verdadeira natureza –
a de uma mulher para quem a imoralidade se tornou um vício.




Por que amamos Isabelle Huppert
(texto de Roger Lerina, originalmente publicado no jornal Zero Hora, de Porto Alegre)

Ela não é exatamente linda – não daquela beleza que o cinema francês nos ensinou a
enxergar nos rostos de Brigitte Bardot, Catherine Deneuve, Isabelle Adjani,
Emmanuelle Béart. Tampouco emana o carisma evidente de outras divas de sua terra como
Edith Piaf, Jeanne Moreau, Fanny Ardant.
Mesmo assim, Isabelle Huppert é um dos maiores patrimônios culturais da França contemporânea
– um tesouro nacional...

Com mais de 80 filmes em seu currículo, premiada nos mais importantes festivais, Isabelle Huppert, 56 anos, veio ao Brasil em Setembro de 2009 cercada de merecido reconhecimento: além de mostrar sua peça em São Paulo e no Festival de Artes Cênicas de Porto Alegre, a artista foi homenageada na capital paulista com uma exposição fotográfica e um ciclo de filmes no CineSesc – que incluiu o inédito Villa Amalia, sua quinta colaboração com o diretor Benoît Jacquot. Isabelle despontou no cinema em Corações Loucos (1974), antológico filme libertário e libertino de Bertrand Blier. Mas foi por papéis de mulheres um tanto distantes e mesmo gélidas que ficou célebre – caso da protagonista de Violette Nozière (197 , primeiro dos sete longas sob a direção do mestre Claude Chabrol e que lhe rendeu o prêmio de atriz em Cannes.

“De um lado, você tem o extremo de seu sofrimento, do outro, seu intelectualismo frio. Nenhum ator pode combinar os dois”, definiu o cineasta Michael Haneke, que a dirigiu em A Professora de Piano (2001), outro prêmio de melhor atriz em Cannes. Uma combinação singular, capaz de expressar a complexidade de sentimentos da apaixonante e frívola heroína do clássico Madame Bovary – que Isabelle encarnou com brilho na versão rodada por Chabrol em 1991, a despeito de parecer mais velha do que a personagem de Flaubert. Talvez seja esse o segredo do fascínio dessa mulher de olhar duro mas franco, cujas marcas do tempo no rosto acrescentaram-lhe mais luz do que sombras.

“É o diretor quem vê, e o ator avança sem ver, mas acreditando”, declarou Isabelle certa vez em entrevista à revista Cahiers du Cinéma. É isso: amamos Isabelle Huppert porque acreditamos nela – cegamente.



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PROMOÇÃO
SETEMBRO 2010
Aluno(a) do CEAC tem 50% de desconto

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DEBATES COORDENADOS PELA PROFa. Dra. MARÍLIA DANTAS

DIA 05/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
UN BARRAGE CONTRE LE PACIFIQUE
(UMA BARRAGEM CONTRA O PACÍFICO, Rithy Panh, França / Camboja/ Bélgica, 2008)

Em 1931 uma viúva francesa vive com seus dois filhos na Indochina sob
administração colonial. Todo o dinheiro da família foi investido na compra de
terras que se revelaram inférteis, e que são anualmente inundadas pelo mar.
Lutando contra os burocratas corruptos que a passaram para trás, ela empreende
o impossível projeto de construir uma barragem entre sua propriedade e o oceano,
no qual conta com a ajuda dos camponeses. Enquanto isso, sua filha Suzanne
desperta o interesse do chinês M. Jo, filho de um poderoso homem de negócios.
Baseado em um romance de Marguerite Duras.



DIA 12/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
VILLA AMALIA
(VILLA AMALIA,, Benoît Jacquot, França, 2009 )

Uma pianista de sucesso (Isabelle Huppert) flagra o namorado a traindo e se revolta.
Como o mundo em torno é realmente hostil e como ela não tem amigos, decide abandonar
tudo. Passamos a vê-la vendendo o carro, o piano, a casa, fechando a conta no banco,
terminando o contrato de trabalho, procurando uma nova casa etc, etc, etc.
Talvez o problema de credibilidade com esta “revolução” venha justamente da facilidade
da mudança: nossa pianista é riquíssima, fala várias línguas e se desfaz da vida anterior
facilmente, sem preocupações. Ela pode pagar todas essas viagens, todas as cabanas
que aparecem à sua frente, ela pode arcar com todos os custos de uma nova vida.
Frente ao grande poder que lhe é conferido, sua road trip pode simplesmente parecer
uma dessas grandes crises da pequena burguesia, do tipo que “precisa se encontrar”
numa ilha tropical.Ainda assim, pode ser um deleite ver um papel forte e brusco dado a
uma atriz sempre forte e brusca ela também. Isabelle Huppert é o tipo de atriz
tão potente e singular que, se o diretor não a segura com rédeas curtas, ela engole o filme.
Em Villa Amalia, ela domina e se diverte como quer. Basta vê-la abandonar um concerto
de piano em plena execução, dirigir-se saltitando ao camarim e afirmar ao patrão, toda mimada e sem olhá-lo nos olhos, que ela quer “parar com tudo; é só falar o preço que eu pago”. Uma jóia.



                          DIA 19/07
                   SEGUNDA FEIRA  19:00h
               MERCI POUR LE CHOCOLAT
(TEIA DE CHOCOLATE, Claude Chabrol, França/Suiça, 2000)

Milka Muller (Isabelle Huppert) é a diretora da empresa Chocolates Muller.
Com o marido André (Jacques Dutronc), um famoso pianista, mora na Suíça e
leva uma vida aparentemente pacata. Junto a eles mora também Guillaume
(Rodolphe Pauly), filho de André. Jeanne Pollet (Anna Mouglalis) é uma jovem pianista
que descobre que pode ter sido trocada por Guillaume na maternidade.
Movida pela curiosidade, a garota decide conhecer André, desencadeando
uma série de problemas para ela e para a família.

DIA 26/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
MA MÈRE
(Minha Mãe, Christophe Honoré,  Áustria/Espanha/França/Portugal, 2004)

Pierre, um adolescente de 17 anos, tem um amor cego pela mãe, mas ela não está
disposta a assumir o que o filho projeta dela. Recusando ser amada por aquilo que não é,
ela decide quebrar o mistério e revelar a sua verdadeira natureza –
a de uma mulher para quem a imoralidade se tornou um vício.




Por que amamos Isabelle Huppert
(texto de Roger Lerina, originalmente publicado no jornal Zero Hora, de Porto Alegre)

Ela não é exatamente linda – não daquela beleza que o cinema francês nos ensinou a
enxergar nos rostos de Brigitte Bardot, Catherine Deneuve, Isabelle Adjani,
Emmanuelle Béart. Tampouco emana o carisma evidente de outras divas de sua terra como
Edith Piaf, Jeanne Moreau, Fanny Ardant.
Mesmo assim, Isabelle Huppert é um dos maiores patrimônios culturais da França contemporânea
– um tesouro nacional...

Com mais de 80 filmes em seu currículo, premiada nos mais importantes festivais, Isabelle Huppert, 56 anos, veio ao Brasil em Setembro de 2009 cercada de merecido reconhecimento: além de mostrar sua peça em São Paulo e no Festival de Artes Cênicas de Porto Alegre, a artista foi homenageada na capital paulista com uma exposição fotográfica e um ciclo de filmes no CineSesc – que incluiu o inédito Villa Amalia, sua quinta colaboração com o diretor Benoît Jacquot. Isabelle despontou no cinema em Corações Loucos (1974), antológico filme libertário e libertino de Bertrand Blier. Mas foi por papéis de mulheres um tanto distantes e mesmo gélidas que ficou célebre – caso da protagonista de Violette Nozière (197 , primeiro dos sete longas sob a direção do mestre Claude Chabrol e que lhe rendeu o prêmio de atriz em Cannes.

“De um lado, você tem o extremo de seu sofrimento, do outro, seu intelectualismo frio. Nenhum ator pode combinar os dois”, definiu o cineasta Michael Haneke, que a dirigiu em A Professora de Piano (2001), outro prêmio de melhor atriz em Cannes. Uma combinação singular, capaz de expressar a complexidade de sentimentos da apaixonante e frívola heroína do clássico Madame Bovary – que Isabelle encarnou com brilho na versão rodada por Chabrol em 1991, a despeito de parecer mais velha do que a personagem de Flaubert. Talvez seja esse o segredo do fascínio dessa mulher de olhar duro mas franco, cujas marcas do tempo no rosto acrescentaram-lhe mais luz do que sombras.

“É o diretor quem vê, e o ator avança sem ver, mas acreditando”, declarou Isabelle certa vez em entrevista à revista Cahiers du Cinéma. É isso: amamos Isabelle Huppert porque acreditamos nela – cegamente.



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DEBATES COORDENADOS PELA PROFa. Dra. MARÍLIA DANTAS

DIA 05/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
UN BARRAGE CONTRE LE PACIFIQUE
(UMA BARRAGEM CONTRA O PACÍFICO, Rithy Panh, França / Camboja/ Bélgica, 2008)

Em 1931 uma viúva francesa vive com seus dois filhos na Indochina sob
administração colonial. Todo o dinheiro da família foi investido na compra de
terras que se revelaram inférteis, e que são anualmente inundadas pelo mar.
Lutando contra os burocratas corruptos que a passaram para trás, ela empreende
o impossível projeto de construir uma barragem entre sua propriedade e o oceano,
no qual conta com a ajuda dos camponeses. Enquanto isso, sua filha Suzanne
desperta o interesse do chinês M. Jo, filho de um poderoso homem de negócios.
Baseado em um romance de Marguerite Duras.



DIA 12/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
VILLA AMALIA
(VILLA AMALIA,, Benoît Jacquot, França, 2009 )

Uma pianista de sucesso (Isabelle Huppert) flagra o namorado a traindo e se revolta.
Como o mundo em torno é realmente hostil e como ela não tem amigos, decide abandonar
tudo. Passamos a vê-la vendendo o carro, o piano, a casa, fechando a conta no banco,
terminando o contrato de trabalho, procurando uma nova casa etc, etc, etc.
Talvez o problema de credibilidade com esta “revolução” venha justamente da facilidade
da mudança: nossa pianista é riquíssima, fala várias línguas e se desfaz da vida anterior
facilmente, sem preocupações. Ela pode pagar todas essas viagens, todas as cabanas
que aparecem à sua frente, ela pode arcar com todos os custos de uma nova vida.
Frente ao grande poder que lhe é conferido, sua road trip pode simplesmente parecer
uma dessas grandes crises da pequena burguesia, do tipo que “precisa se encontrar”
numa ilha tropical.Ainda assim, pode ser um deleite ver um papel forte e brusco dado a
uma atriz sempre forte e brusca ela também. Isabelle Huppert é o tipo de atriz
tão potente e singular que, se o diretor não a segura com rédeas curtas, ela engole o filme.
Em Villa Amalia, ela domina e se diverte como quer. Basta vê-la abandonar um concerto
de piano em plena execução, dirigir-se saltitando ao camarim e afirmar ao patrão, toda mimada e sem olhá-lo nos olhos, que ela quer “parar com tudo; é só falar o preço que eu pago”. Uma jóia.



                          DIA 19/07
                   SEGUNDA FEIRA  19:00h
               MERCI POUR LE CHOCOLAT
(TEIA DE CHOCOLATE, Claude Chabrol, França/Suiça, 2000)

Milka Muller (Isabelle Huppert) é a diretora da empresa Chocolates Muller.
Com o marido André (Jacques Dutronc), um famoso pianista, mora na Suíça e
leva uma vida aparentemente pacata. Junto a eles mora também Guillaume
(Rodolphe Pauly), filho de André. Jeanne Pollet (Anna Mouglalis) é uma jovem pianista
que descobre que pode ter sido trocada por Guillaume na maternidade.
Movida pela curiosidade, a garota decide conhecer André, desencadeando
uma série de problemas para ela e para a família.

DIA 26/07
SEGUNDA FEIRA  19:00h
MA MÈRE
(Minha Mãe, Christophe Honoré,  Áustria/Espanha/França/Portugal, 2004)

Pierre, um adolescente de 17 anos, tem um amor cego pela mãe, mas ela não está
disposta a assumir o que o filho projeta dela. Recusando ser amada por aquilo que não é,
ela decide quebrar o mistério e revelar a sua verdadeira natureza –
a de uma mulher para quem a imoralidade se tornou um vício.




Por que amamos Isabelle Huppert
(texto de Roger Lerina, originalmente publicado no jornal Zero Hora, de Porto Alegre)

Ela não é exatamente linda – não daquela beleza que o cinema francês nos ensinou a
enxergar nos rostos de Brigitte Bardot, Catherine Deneuve, Isabelle Adjani,
Emmanuelle Béart. Tampouco emana o carisma evidente de outras divas de sua terra como
Edith Piaf, Jeanne Moreau, Fanny Ardant.
Mesmo assim, Isabelle Huppert é um dos maiores patrimônios culturais da França contemporânea
– um tesouro nacional...

Com mais de 80 filmes em seu currículo, premiada nos mais importantes festivais, Isabelle Huppert, 56 anos, veio ao Brasil em Setembro de 2009 cercada de merecido reconhecimento: além de mostrar sua peça em São Paulo e no Festival de Artes Cênicas de Porto Alegre, a artista foi homenageada na capital paulista com uma exposição fotográfica e um ciclo de filmes no CineSesc – que incluiu o inédito Villa Amalia, sua quinta colaboração com o diretor Benoît Jacquot. Isabelle despontou no cinema em Corações Loucos (1974), antológico filme libertário e libertino de Bertrand Blier. Mas foi por papéis de mulheres um tanto distantes e mesmo gélidas que ficou célebre – caso da protagonista de Violette Nozière (197 , primeiro dos sete longas sob a direção do mestre Claude Chabrol e que lhe rendeu o prêmio de atriz em Cannes.

“De um lado, você tem o extremo de seu sofrimento, do outro, seu intelectualismo frio. Nenhum ator pode combinar os dois”, definiu o cineasta Michael Haneke, que a dirigiu em A Professora de Piano (2001), outro prêmio de melhor atriz em Cannes. Uma combinação singular, capaz de expressar a complexidade de sentimentos da apaixonante e frívola heroína do clássico Madame Bovary – que Isabelle encarnou com brilho na versão rodada por Chabrol em 1991, a despeito de parecer mais velha do que a personagem de Flaubert. Talvez seja esse o segredo do fascínio dessa mulher de olhar duro mas franco, cujas marcas do tempo no rosto acrescentaram-lhe mais luz do que sombras.

“É o diretor quem vê, e o ator avança sem ver, mas acreditando”, declarou Isabelle certa vez em entrevista à revista Cahiers du Cinéma. É isso: amamos Isabelle Huppert porque acreditamos nela – cegamente.



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DEBATES COORDENADOS PELA PROFa. Dra. MARÍLIA DANTAS

DIA 20/09
SEGUNDA  FEIRA   - 19H

LE HÉRISSON
(O PORCO ESPINHO, FRANÇA, MONA ACHACE, 2009)
















DIA 27/09
SEGUNDA FEIRA  19:00h
LE TANGO DES RASHEVSKI
(O TANGO DE RASHEVSKI, SAM GARBARSKI, 2003, FRANÇA, BÉLGICA, LUXEMBURGO)


PROGRAMAÇÃO SETEMBRO 2010
CINE CLUBE FRANCÊS  - SEGUNDAS FEIRAS - 19H

Paloma, 11 anos, está profundamente entediada e, por isso, decidiu se matar no seu décimo segundo aniversário. Fascinada por arte e filosofia, ela interroga e documenta a sua vida e a de pessoas próximas, desenhando observações muitas vezes hilárias no mundo em seu entorno. Paloma finalmente encontra, na zeladora amuada de seu edifício e em um vizinho enigmático e elegante, um espaço para interrogar sua perspectiva bastante pessimista da vida.
O título do filme, "O PORCO ESPINHO", baseado no livro de Mauriel Barbery,
"A ELEGÂNCIA DO PORCO ESPINHO", já nos sugere pensar o que encontraremos: por baixo de uma carcaça pouco amigável, por vezes, podemos achar uma pessoa doce - e sofrida. A carcaça funciona como uma defesa...
.
Matriarca de família de judeus novos da Bélgica falece e, com ela, morrem suas tradições. Perdidos dentro dos rituais judaicos, que desconhecem, os Rashevski se vêem em uma luta para definir sua religião e sua união. O surgimento de uma família não-judia no enterro complica as coisas, enquanto romances florescem e segredos do passado são desenterrados. Do mesmo diretor de IRINA PALM.

QUINTAS FEIRAS - 18:00hs
CICLO DE CINEMA PANORAMA MUNDIAL
DIAS  02, 09, 16, 23 e 30/09
QUINTAS FEIRAS  18:00h
MINI-SÉRIE EM 08 CAPITULOS

THE PILLARS OF THE EARTH
(OS PILARES DA TERRA, 2010, ALEMANHA / CANADA, SERGIO MIMICA-GEZZAN)

DIA 02/09 - QUINTA FEIRA - 18 H
EPISÓDIO I - ANARQUIA
EPISÓDIO II - MESTRE CONSTRUTOR

DIA 09/09 - QUINTA FEIRA - 18 H
EPISÓDIO III - REDENÇÃO
EPISÓDIO IV - CAMPO DE BATALHA

DIA 16/09 - QUINTA FEIRA - 18 H
EPISÓDIO V - LEGADO
EPISÓDIO VI - BRUXARIA

DIA 23/09 - QUINTA FEIRA - 18 H
EPISÓDIO VII -
EPISÓDIO VIII -

Produção de 40 milhões de dólares em 8 episódios, baseada no livro de Ken Follet e filmada na Hungria e na Áustria. Intrigas, romance, drama, traição, Igreja.  Emocionante, complexo, pontilhado de coloridos detalhes históricos, OS PILARES DA TERRA  traça o painel de um tempo conturbado, varrido por conspirações, jogos intrincados de poder, violência e surgimento de uma nova ordem social e cultural.
O livro foi publicado em 1989, e vendeu 14 milhões de cópias.
Inglaterra, século 12. O navio que levava a bordo William, o único herdeiro de Henrique I, naufraga sem sobreviventes. Como o rei já estava em idade avançada, inicia-se a luta pelo trono inglês conhecida como Anarquia. A partir daí, somos apresentados a personagens históricos, cruéis e carismáticos. Quando Stephan (Tony Curran), o sobrinho do monarca, é coroado, Matilda (Alison Pill), a princesa, e alguns amigos leais de seu pai se voltam contra ele. No meio da briga familiar, Follett nos oferece uma segunda história paralela, que consiste na construção da primeira catedral gótica da Inglaterra, a fictícia Kingsbridge Cathedral

PROMOÇÃO ESPECIAL
DO
MÊS DE SETEMBRO

TODAS AS 4 SESSÕES / 8 EPISÓDIOS POR APENAS
R$ 45,00
(R$ 15,00 SESSÃO AVULSA)

ALUNO(A) DO CEAC PAGA
SOMENTE R$ 30,00

PROGRAMAÇÃO SETEMBRO 2010